Minha historia começa lá em 1995. Era 19 de Junho, uma segunda feira fria, rancorosa com direito a garoa e tudo.(Puro Azar?)
Meu nome é Camila ... codinome imprevisível. Eu sou normal, tenho minhas qualidades e os meus defeitos... e não são defeitos que dê pra engulir, são defeitos graves. Tenho minhas opiniões e os meus motivos pra amar e odiar o que eu quiser. Não me sensibilizo fácil, e o acaso é quem anda mais comigo no meu dia-a-dia.
Como irei falar da minha infância? Bom, sempre fui uma criança que já aparentava ter menos de idade do que já tinha , observadora ,extremamente ciumenta com os seus brinquedos, tinha seus planos já definidos, criança que não confiava em ninguém, a não ser nela mesma... essa era eu! alias... era não, continuo sendo.
Não tenho irmãos, e lembro que as pessoas vinham até a minha casa e perguntava para a minha mãe, como eu conseguia brincar sozinha, pra mim aquilo tudo era normal. Gostava de brincar de ser gente grande, vestia roupas da minha mãe, menos o salto alto (nunca gostei, até hoje).
Médica, Veterinária , Bióloga ou Aeromoça, sempre tive o costume de sonhar alto. Com o tempo acabei vendo que fazer o que eu gosto tinha um preço e mesmo assim era difícil. Acabei vendo também que nem tudo é do jeito que a gente quer, minha mãe sempre dizia isso quando iamos comprar meu material escolar, mas nunca entendi o porquê.
E nesse meio tempo, o medo cresceu, assim como eu também, mas a confiança que eu tinha comigo mesma nunca saiu do meu lado. E mesmo que daqui a alguns anos eu não seja tudo isso que planejei, eu vou agradecer mesmo assim, por tudo isso ter me motivado cada vez mais.
Como irei falar da minha infância? Bom, sempre fui uma criança que já aparentava ter menos de idade do que já tinha , observadora ,extremamente ciumenta com os seus brinquedos, tinha seus planos já definidos, criança que não confiava em ninguém, a não ser nela mesma... essa era eu! alias... era não, continuo sendo.
Não tenho irmãos, e lembro que as pessoas vinham até a minha casa e perguntava para a minha mãe, como eu conseguia brincar sozinha, pra mim aquilo tudo era normal. Gostava de brincar de ser gente grande, vestia roupas da minha mãe, menos o salto alto (nunca gostei, até hoje).
Médica, Veterinária , Bióloga ou Aeromoça, sempre tive o costume de sonhar alto. Com o tempo acabei vendo que fazer o que eu gosto tinha um preço e mesmo assim era difícil. Acabei vendo também que nem tudo é do jeito que a gente quer, minha mãe sempre dizia isso quando iamos comprar meu material escolar, mas nunca entendi o porquê.
E nesse meio tempo, o medo cresceu, assim como eu também, mas a confiança que eu tinha comigo mesma nunca saiu do meu lado. E mesmo que daqui a alguns anos eu não seja tudo isso que planejei, eu vou agradecer mesmo assim, por tudo isso ter me motivado cada vez mais.
E por enquanto... a saga de ser alguém melhor, continua (...)
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